quarta-feira, 12 de junho de 2013


Dia sem namorados

Tive muitos amores.
E me orgulho de ter me entregado a cada um deles.

Se nesse dia me falta um amor para comemorar, então brindo todos os amores que eu tive.

Nunca temi o amor. Sempre temi quem tem medo dele.
Minha intensidade em amar sempre foi proporcional a minha facilidade em desapegar.
Sofri desesperadamente por muitos deles.
Mas sofri mais ainda por ter alimentado fantasias falsas em cima dos meus amores.

Meus erros sempre foram iguais:
Ser romântica demais.
Confiar demais.
Criar expectativas demais.
Desejar demais.

Terminei relacionamentos ainda amando.
Prolonguei relacionamentos sem amar.
Fui muito amada por muitos amores,
mas fui também usada, traída e enganada.

Amei cada amor.
Sempre inteira.
Sempre entregue.
E sempre eu.

Amei sem conhecer. Amei sem receber.
Amei com loucura. Amei com paixão.
Amei com egoísmo. Amei com ternura.
Amei pura. Amei também com luxúria.

E não foram poucas as vezes que me apaixonei.

Meu coração tem um problema, ele reinicia a cada nova paixão.
Deleta o passado e sente tudo de novo,
mas diferente e único como se fosse a primeira vez.
E meu coração fica cego,
porque é romântico demais,
confia demais,
cria expectativas demais
e deseja demais.
Quando se trata de amor, só sei pensar com o coração.

Esses meus erros nem quero mudar.
Mas em uma coisa posso melhorar:
Sou ansiosa demais.

Não imagino um amor sem confiança, sem romance, expectativas e desejo.
Minhas expectativas construo em cima do que a pessoa demonstra ser.
E se vejo que não é, desapego fácil.
Se mente, fujo rápido.
Se dispensa romance, não me seduz.

Mas se sofro, me recupero.
Se surto, me recomponho.
Se falo, me exagero.
Se sumo, me silencio.

Se nesse dia me falta um amor para comemorar, brindo os amores que vivi.
E brindo também os que vou viver.

Carolina Carvalho | ByNina

sábado, 13 de abril de 2013


Dias e noites
colhendo as flores que
deixastes em meu caminho.

Buscando lembrar-te
com o sorriso no rosto...
aquele" puro".

A menina..
se despede dos sentimentos
que por meses a fizeram feliz...

Que culpa ela tem
De não ser dona do tempo?
Da distância... e das palavras certas.








quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A menina descobre...




Ela é só tristeza...
a menina chorou
lágrimas angustiadas...
ela não pôde controlar o seu coração bater em descompasso... 
Sentir em seu peito a possibilidade de perder o poeta...
foi como se não pudesse  se sentir mais viva.
Ele a inspira,
 emociona, e em meio a palavras ásperas 
 a descobre.
Ela é uma mistura.
hora doce,
hora amarga...
Mas o ama acima de tudo.
Ela tem por ele...
 sentimentos 
lapidados,
cristalizados,
e eternizados.
A menina sente 
descobre que já não sabe viver sem o seu poeta.

[Karlla Faby]

domingo, 7 de outubro de 2012

[Tesouro]- Meu.



 
Assim que o dia amanhece
a menina sente falta do poeta.
o som da voz
 o som do sorriso.
Tudo que vem dele a alegra.
ela também tem o desejo de estar perto.
  abraçando, beijando ....
ela sente que o querer a move e a transforma 
em uma sonhadora.
Ela e encanta, se apaixona todos os dias.
Ela sabe que ele a faz feliz... e o procura sempre.
como quem procura um tesouro perdido.
Por que pra ela só de saber que ele existe
ela já se sente a menina mais feliz do mundo.

                                                         Karlla Faby.

domingo, 23 de setembro de 2012

 
Entre a menina e o poeta...
existe algo mágico
ela é cheia de desejos e ele também...
o poeta lhe dizia coisas bem bonitas.
ela ouvia com alegria de quem ganha algodão doce...
doce são sempre as palavras da menina para o poeta.
 A menina ouve...acompanha cada palavra do poeta.
e enche o coração de esperanças...
 de um dia quem sabe, tê-lo por perto.








domingo, 19 de agosto de 2012

Bem perto.

Hoje eu me lembrei tanto de você
o que aumentou o meu querer
mesmo tão longe, te imagino aqui.

O tempo será nosso amigo
e como num passe de mágica te trará pra mim.
Eu te sinto 
São teus lábios que tocam os meus.
É tua pele que se confude com a minha

Vem em noite de lua cheia
Trás contigo o sabor de uma vida inteira
 Quem disse que não pode ser assim?
Eu te imaginar bem perto de mim.




O grito.

  

      A cada dia busco no fundo de minha alma esperanças de dias melhores. Tenho tido dias em que o marasmo e a rotina se entrelaçam. A rotina dos mesmo sentimentos, dos mesmos desejos, dos mesmo olhares... Embora eu me mantenha distante, esse sentimento se fortalece em meu ser. Ao olhar bem no fundo de minha alma, percebo que a dor distrói, me culpa, me leva à pensamentos depressivos. Rezo, peço o olhar de Deus para que meus dias, busco soluções e acredito que tenho feito de maneira errada, me apresiono em meus pensamentos, não conto, não confesso, não grito. O grito, que talvez ninguém chegue a ouvir.