segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010


Penso em você principalmente como a minha possibilidade de paz — a única que pintou até agora, “nesta minha vida de retinas fatigadas”. E te espero. E te curto todos os dias. E te gosto. Muito.






[Caio Fernando Abreu]

4 comentários:

Débora Canez disse...

Olá!! passei para dizer que seu blog é tudo de bom, amei. Já estou te seguindo.

Continue postando bonito.

bjs gaúchos!!!

Aline disse...

Adorei a foto, e o Caio.. nem preciso dizer nada, ele sempre diz tudo.

Ah, tive que mudar meu blog.
http://milharesdefacesa.blogspot.com/

Beijos.

Yan Chaparro disse...

sempre me pergunto sobre e sob esta coisa estranha chamada amor. Nunca achei esta coisa perto da paz, pois o amor sempre aparece como navalha que brinca entre as nervuras do meu corpo, ou do que penso ser alguma existência perto de mim...

Yan Chaparro disse...

mas o que saber do amor, se ele mesmo faz das minhas nervuras um não saber... amor, quantos desenhos se formam no espelho quando tento enxergar minha imagem...

muito lindo o que pude ver entre imagens e escritos...